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domingo, 31 de março de 2013

Senado aprova projeto que obriga SUS a fazer reconstrução de mama

 
 Imagem ilustrativa - arquivo Google
O plenário do Senado aprovou nesta terça (26) projeto que obriga o Sistema Único de Saúde (SUS) a fazer a reconstrução da mama de mulheres que sofrerem de câncer, preferencialmente na mesma cirurgia em que ocorrer a retirada.
Pelo projeto, caso não seja possível fazer a reconstrução na mesma cirurgia, ela deve ocorrer logo que a mulher tiver condições clínicas de passar pelo procedimento. O objetivo é impedir que a cirurgia seja adiada seguidas vezes de modo a fazer com que a mulher que perdeu a mama desista do procedimento.
O projeto havia sido aprovado na Comissão de Assuntos Sociais do Senado e seguiu, em regime de urgência, para o plenário. Por não ter sido alterado em relação ao texto aprovado na Câmara dos Deputados, o projeto segue para sanção presidencial.

Fábio Massalli/Agência Brasil

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Câncer de Mama

É a causa mais frequente de morte por câncer na mulher, embora existam meios de detecção precoce que apresentam boa eficiência (exame clínico e auto-exame, mamografia e ultrassonografia).

FATORES DE RISCO

  • Idade acima de 50 anos
  • História própria ou familiar de câncer de mama
  • Não ter filhos
  • Exposição significativa a raio X
  • Primeira menstruação cedo
  • Menopausa tardia
  • Classe socioeconômica alta
  • Primeira gestação após os 30 anos
  • Dieta rica em gorduras
  • Uso prolongado de anticoncepcional oral (ainda é discutível)
     Foram identificados dois genes, chamados BRCA1 e BRCA2 que, quando sofrem mutação, são preditivos de câncer de mama familiar, identificando assim, mulheres com maior risco para desenvolver câncer de mama. A identificação de grupo de risco permite a utilização de medicações preventivas (quimioprevenção), cirurgia (mastectomia) e uma atenção maior para estas mulheres. Para a prevenção do câncer de mama deve-se combater os fatores de risco com a diminuição da gordura endógena e consequente redução de peso corporal e dieta rica em vitamina A. Evitar o ganho de peso, principalmente após a menopausa. 
 
       Como orientação geral, toda mulher após os 20 anos deve aprender e fazer mensalmente o auto-exame das mamas. O primeiro das mamas deve ser realizado aos 20 anos e repetido a cada três anos até os 40 e, então, anualmente. A primeira deve ser realizada aos 35 anos, repetida aos 40 anos e a partir daí a cada dois anos até os 50 anos, quando passa a ser realizada anualmente. Com os conhecimentos atuais de oncologia preventiva é possível fazer detecção precoce de câncer de mama, que na maioria das vezes recebe tratamento cirúrgico simples, conservador e exclusivo, sem necessidade de radioterapia ou de quimioterapia, e com grande probabilidade de cura.Biópsia é a retirada de parte ou de todo o nódulo ou área suspeita para que o médico patologista examine e faça o diagnóstico. 
      Existem várias formas de se realizar a biópsia, com indicações específicas:

 Aspiração de células através de agulha e seringa, guiada por ultrassonografia ou mamografia, ou mesmo pela palpação direta. Tem a vantagem de ser indolor e rápido, porém muitas vezes o exame citológico não chega a um diagnóstico definitivo (quantidade de material insuficiente). É um método rápido e indolor (pode ser utilizado anestésico).

 Consiste na retirada em média de cinco fragmentos de tecido alterado, através de uma agulha grossa, guiada por ultrassonografia, mamografia ou ressonância magnética. É feita sob anestesia local.
 Biópsia feita com agulha grossa acoplada a uma pistola especial (biópsia a vácuo), guiada por ultrassonografia ou mamografia. Dependendo do tamanho da lesão (nódulo ou microcalcificações), ela pode ser totalmente retirada através da mamotomia.

 É a primeira forma de se realizar biópsia. Tem a vantagem de permitir a retirada de grande quantidade de material.
      Muitas vezes pode ser realizado exame de congelação pelo patologista, permitindo estabelecer a conduta médica de imediato, e numa mesma anestesia realizar todo ato cirúrgico.
No estadiamento do câncer de mama é muito importante saber se a doença já atingiu ou não os linfonodos regionais. Através da é possível fazer um microestadiamento adequado e proporcionar uma menor extensão de cirurgia (poupar a linfadenectomia axilar). 

exame clínicomamografia

AUTO-EXAME DE MAMA

Faça o auto-exame uma vez por mês. A melhor época é logo após a menstruação. Para as mulheres que não menstruam mais, o auto-exame deve ser feito num mesmo dia de cada mês, como por exemplo, todo dia 10.
Auto-exame da mama 1

Auto-exame da mama 2

ATENÇÃO
Caso você encontre alguma das anormalidades citadas, 
lembre-se que deve procurar um médico.

BIÓPSIAS

1. Punção aspirativa por agulha fina (PAAF):

2. Biópsia de fragmento (Core Biopsy):

3. Mamotomia:


4. Biópsia cirúrgica:

BIÓPSIA DE LINFONODO SENTINELA

No estadiamento do câncer de mama é muito importante saber se a doença já atingiu ou não os linfonodos regionais. Através da biópsia de linfonodo sentinela é possível fazer um microestadiamento adequado e proporcionar uma menor extensão de cirurgia (poupar a linfadenectomia axilar).

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Cientistas descobrem dez novos tipos de câncer de mama

                      Câncer de mama é o mais comum entre as mulheres. 19/04/2012 14h27 

      Cientistas descobrem dez novos tipos de câncer de mama. Câncer de mama é o mais comum entre as mulheres. Só no Brasil, este ano, são esperados 52 mil novos casos da doença. Cientistas europeus e canadenses conseguiram identificar dez tipos diferentes de câncer de mama, o que permitirá a criação de tratamentos específicos e mais eficazes para cada caso.
      O estudo foi comandado por um cientista português da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Ainda faltam testes clínicos, mas tudo indica que até 2015, as mulheres já poderão se beneficiar da descoberta. Um dos benefícios é que as terapias genéricas poderão ser evitadas. Na pesquisa, o câncer de mama foi comparado a um mapa mundi.
      Os teste atuais dividem os tumores em grandes continentes, já a nova técnica dará mais detalhes ao mapa. Com isso, os médicos deixarão de identificar o câncer de mama com base no formato e passarão a focar na estrutura genética.