domingo, 20 de maio de 2012

Assistência Pré-natal

GESTAÇÃO 
A gestação se divide em duas fases:
• fase embrionária = são os dois primeiros meses de vida intra-uterina.
• fase fetal = começa a partir do terceiro mês de gestação até o nascimento.
Alterações fisiológicas na gestação 
Presunção:
 • Amenorréia
 • Polaciúria
 • Náuseas + êmese
 • Congestão mamária + aumento mamario
 Probabilidade: 
• Modificações uterinas (6ª semana)
• Útero acima da sífise pubiana (12ª semana)
Outros Sinais positivos de gestação: 
• Cloasma gravídico ou Sinal de Halban (hormônio melanotrópico)
• Tubérculos de Montgomery (glândulas sebácias)
• Linha Alba ou Nigra (abdome)
• Sinal de Chadwick ( vulva arroxeada)
• Ausculta dos Bcfs por Doppler fetal (10ª sem de IG)
• Ausculta dos Bcfs pos estetoscópio de Pinard (20ªsem de IG)
• Hipertêmia • Sialorréia ( salivação em abundância)
• Aumento das aréolas e escurecimento das mesmas.

O Ministério da Saúde preconiza o mínimo de 6 consultas durante o pré-natal. A gestação acompanhada pelo Enfermeiro é somente a de baixo risco, se houver algum problema de saúde encaminhar a gestante para uma unidade de alto risco materno, que deverá ser acompanhado pelo Médico.
Regularização do Pré Natal pelo Enfermeiro
Resolução Cofen nº 272/2002 – Cofen nº 223/1999

1ª consulta: 
Acolhimento
Cadastro SUS Pré natal
Preenchimento do cartão da gestante
Determinar peso perinatal e altura
Verificação da P.A
Sistematização da Assistência de Enfermagem
 Anamnese
 Exame físico
 Diagnóstico de Enfermagem
 Plano de Cuidados ( prescrição de enfermagem)
 Evolução
Exames de 1ª rotina
• Hemograma completo
• Bioquímica
• Glicose em Jejum
• Toxoplasmose IgG, IgM
• HIV • VDRL( sífilis)
• Rubéola IgG e IgM
• Hepatite C
• Hepatite B
• Citomegalovírus
• Tipagem sangüínea e fator Rh ( o teste de Coombs serve para determinar a presença de anticorpos irregulares em gestantes Rh negativo).
Obs: A gestante qdo for RH negativo, deverá receber a vacina anti RH após todo parto, não esquecendo que a mesma deverá ser aplicada no período de 72 hs pós parto.

Exames Complementares 
• EAS
• PARASITOLÓGICO
• USG
• PAPANICOLAU
2ª Rotina ( após 28 semanas) 
• VDRL
• HT E HB
• Glicose
• EAS
• HIV
• COOMBS INDIRETO
Outros 
• Traslucência Nucal /11ª e 14ª sem(espessura de até 2.5 mm)
• Morfológica ( 20ª e 24ª sem)
• USG com Doopler ( 26ª sem)

Avaliação Nutricional
IMC: peso
Altura²
Tabela comparativa:
↓ de 2: ↓ peso
20 e 25: peso adequado
26 a 30: sobre peso
↑ de 30: obesidade
↑ de 40: obesidade mórbida

 Ganho normal: de 11,5 a 16 kg
 Ganho ponderal: obesidade até IMC de 37 ( vigilância)
Avaliação da pressão:
PA conhecida: ↑ na PA sist > = 30 mmhg
↑ na PA distólica: > = 15 mmhg
PA desconhecida: > = 140X 90 mmhg
Avaliação do edema:
E I ( perimaleolar)
E II ( Tibia)
E III ( edema sacral)
E IV ( generalizado)
DHEG
A partir de 22 semanas, não tem proteinúria
PRÉ – ECLÂMPSIA 
Hipertensão + Proteinúria
Diastólica > que 100 mmhg ( corticóide com 36ª sem)
Proteinúria ≥ a 300mg/24hs
PRÉ – ECLÂMPSIA GRAVE:
Diastólica > que 100 mg
Creatinina > que 1,2 mg/dl
Proteinúria ≥ que 2.0 mg/dl em 24 hs
Hiportensor de escolha : Hidralazina e Aldomet
OBS.: Cerclagem a partir da 14ª semana
Uterolístico – relaxamento muscular ( Buscopam de 6/6 hs)
Avaliação de risco: 
Exames laboratoriais:
 Rastreamento de anemias: HT< 34% HB < 11,0 g
 Rastreamento de bacteriúria assintomática: EAS com piócitos > 6 e nitrito +
 Rastreamento e isomunização pelo fator Rh: solicitar Coombs indireto
 Rastreamento de Sífilis: Tratar com benzipenicilina
Fase primária: 1.200.000 UI em cada nádega ( dose única)
Fase secundária: 1.200.000 UI em cada nádega ( 2 doses), intervalo de 7 dias
Fase terciária: 1.200.000 UI em cada nádega ( 3 doses), intervalo de 7 dias

Vitaminas e Medicações: 
Candidíase:
 Nistatina, Niconazol creme vaginal 1 aplicador 1 X a noite por 10 dias
 Aumentar a ingesta de gordura
 Banho de acento e instilação com casca de arruda ( 100mg)
Infecção Urinária:
 Polaciúria- no pós tratamento fazer urinocultura
 Piócitos acima de 6: ingerir bastante líquido
 EAS com flora bacteriana aumentada e infecção vaginal coletar preventivo
 Piócitos a partir de 10 por campo: prescrever cefalexina VO 6/6 hs por 10 dias
Hipertermia:
Tylenol 1 cp de 6/6 hs
Êmese: Bromoprida 1 cp 8/8 hs
Sulfato Ferroso:
A partir de 20 sem 60 mg/dia
HB ≥ 12 % : 1 cp ao dia
HB ≤ 11 % : 2 cp ao dia
HB menor que 8 encaminhar ao pré natal de alto risco.
 OBS.: dosagem máxima de sulfato ferroso é de 240 mg/dia e manter a suplementação com sulfato até 3 meses após o parto.
Prevenção do tétano neonatal:
Esquema:
1ª dose
2ª dose proteje o bebê ( 2ª dose até 20 dias antes do parto)
( reforço) 3ª dose
Calendário de consultas: 
Mensal : até 34 semanas
Quinzenal : até 37 semanas
Semanal : até 42 semanas
DATA PROVÁVEL PARA O PARTO - DPP
(Regra de Nagele)
Dia = + 7 dias /Mês = - 3 meses
CÁLCULO DA IDADE GESTACIONAL - IG
Pegar o Dum e diminuir do n° de dias do mês da Dum.
Ex.: Dum = 20/01/2006
O mês de janeiro tem 31 dias = 31-20= 11
pegar somar os dias dos meses consecutivos até o dia atual.
Ex.: fevereiro até agosto = 28+31+30=31=30=31=31=212
hoje é dia 01/09/2006, pegar os dias do mês atual e somar tudo.
--- 11+212+ 1= 224
dividir o total por 7 (dias da semana)
Ex.: 224 ÷7= 32, ou seja, a cliente está com 32 semanas de gestação.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Enfermagem Pediátrica


Estou trazendo para vocês mais uma apostila de Saúde da Criança. Está dividida em:

  1. Classificação do RN
  2. Condições anatomofisiológicas dos RNs 
  3. Condições anatomofisiológicas dos RNs
  4. Características da pele do RN
  5. Assistência de enfermagem nos cuidados imediatos e mediatos ao RN
  6. Higiene corporal do RN
  7. Assistência de enfermagem ao RN no alojamento conjunto
  8. Amamentação
  9. Humanização da assistência ao RN de baixo peso
  10. Assistência de enfermagem ao RN portador de patologias prevalentes no período neonatal

Livro - Segredos em Pediatria - Medicina de Emergência
0,66 MB








Material retirado do Blog Enfermagem Amor e Luz by Danielle Ferreira

sábado, 12 de maio de 2012

A TODAS MARIAS E A TODOS OS JOÕES DA ENFERMAGEM BRASILEIRA: NOSSAS HOMENAGENS!

PARABÉNS ENFERMAGEM BRASILEIRA! DIA 12 - DIA DO ENFERMEIRO DIA 20- DIA DO TÉCNICO E DO AUXILIAR DE ENFERMAGEM

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Maria, Maria
 É um dom, uma certa magia 
Uma força que nos alerta
 Uma mulher que merece 
Viver e amar 
Como outra qualquer 
Do planeta

 Maria, Maria 
É o som, é a cor, é o suor
 É a dose mais forte e lenta 
De uma gente que rí 
Quando deve chorar 
E não vive, apenas aguenta

 Mas é preciso ter força
 É preciso ter raça 
É preciso ter gana sempre 
Quem traz no corpo a marca
Maria, Maria
 Mistura a dor e a alegria 

Mas é preciso ter manha
 É preciso ter graça 
É preciso ter sonho sempre 
Quem traz na pele essa marca
 Possui a estranha mania
 De ter fé na vida.... 

 Mas é preciso ter força
É preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
 Quem traz no corpo a marca
Maria, Maria
 Mistura a dor e a alegria...

Mas é preciso ter manha
É preciso ter graça
É preciso ter sonho sempre
 Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
 De ter fé na vida....

 Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!!
 Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Hei! Hei! Hei! Hei!
 Ah! Hei!Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei!Ah! Hei!
Ah! Hei!
 Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!...

 Mas é preciso ter força
 É preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo a marca
Maria, Maria
Mistura a dor e a alegria...

Mas é preciso ter manha
 É preciso ter graça
 É preciso ter sonho, sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania
De ter fé na vida

Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!!
 Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Lá Lá Lá Lerererê Lerererê
Hei! Hei! Hei! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
Ah! Hei! Ah! Hei! Ah! Hei!
 Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!
 Lá Lá Lá Lerererê Lerererê!...

Maria Maria- Milton Nascimento

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Protocolo de Enfermagem: Saúde da Criança/ Saúde da Mulher/ Saúde do Idoso



Protocolos de Enfermagem da Atenção Básica - Programa Saúde da Família da Prefeitura Municipal de São Paulo que subsidiam a prática dos profissionais da rede.
Manual Técnico - Normatização de Rotinas de Enfermagem -SP
Protocolo de Enfermagem - Saúde da Criança -SP 2003
Protocolo de Enfermagem - Saúde da Mulher - SP 2004
Protocolo de Enfermagem - Saúde do Idoso - SP

Livro - Segredos em Pediatria - Medicina de Emergência
12,02 Mb






Livro - Endometriose




Livro muito interessante sobre endometriose, é da Clínica e Centro de Pesquisa em Reprodução Humana Roger Abdelmassih.

Livro - Segredos em Pediatria - Medicina de Emergência
0,47 Mb




Manual de Orientação à Saúde da Mulher



Cartilha desenvolvida pelo Projeto de Desenvolvimento Comunitário do Rio Gavião - Pró-Gavião sob a responsabilidade da equipe do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre a Mulher – NEIM, da Universidade Federal da Bahia, em convênio com a Rede Feminista Norte e Nordeste de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher e Relações de Gênero - REDOR. Traz informações básicas sobre o corpo da mulher e sua saúde. É um material bem simples, mas bem interessante.

Livro - Segredos em Pediatria - Medicina de Emergência
0,16 Mb








terça-feira, 1 de maio de 2012

Alunas do curso de enfermagem tiveram trabalhos aprovados em congresso


As alunas Naylla Amorim, Weruschka Galas, Danila Pacheco, Andressa Ramos e Mara Helena Andrade do 7º Bloco de Enfermagem da FAP do período diurno tiveram seus trabalhos aprovados para serem apresentados no 8º Congresso de Enfermagem do Piauí nos dias 17 a 19 de maio em Teresina, os mesmos concorreram a premiações.

Orientadora: Profª Keyla Mª G. Moreira Coelho
Temas:
O USO DE MÉTODOS ANTICONCEPCIONAIS ORAIS COMO INSTRUMENTO DO PROFISSIONAL DE SAÚDE PARA O PLANEJAMENTO FAMILIAR NA ATENÇÃO BÁSICA (Naylla e Weruschka)
ANÁLISE DE ASPECTOS RELACIONADOS AOS HÁBITOS DE VIDA E PRÁTICAS ALIMENTARES DE GESTANTES CADASTRADAS EM UMA ESF NO MUNICÍPIO DE PARNAÍBA-PI (Danila e Andressa)